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Heineken se torna 2ª maior cervejaria do país com a compra da Brasil Kirin

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2017 mal começou e já temos grandes novidades do mercado cervejeiro no Brasil: a Heineken disse que fechou um acordo de compra com a Brasil Kirin, que produz os rótulos Schin e Devassa. A partir dessa negociação, a Heineken irá se tornar a segunda maior fabricante de cervejas no País.

Cerveja Heineken

Heineken

Segundo informações divulgadas pela empresa, a compra da Brasil Kirin – incluindo dívidas – saiu por 77 bilhões de iênes (aproximadamente R$ 2,2 bilhões). Essa transação promete aumentar ainda mais a presença da Heineken no mercado brasileiro, o terceiro maior do mundo, além de fortalecer sua lista de marcas.

Caso você não saiba, a empresa não é dona somente do rótulo Heineken, mas também da Amstel, Kaiser e Bavaria. Ainda vale ressaltar que a Kirin possui marcas especiais, como a Baden Baden e Eisenbahn.

Depois que o contrato de transação for totalmente concluído – ainda neste primeiro semestre – a companhia holandesa terá chances de ter cerca de 20,5% de participação do mercado brasileiro. Esses dados são relativos à 2015, divulgados pela empresa de pesquisas Euromonitor.

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O acordo coloca um fim na participação  Kirin no Brasil. De acordo com dados oficiais, o grupo japonês pagou cerca de 3,9 bilhões de dólares no ano de 2011 por 12 cervejarias, porém o negócio perdeu fatia de mercado e enfrentou custos elevados por conta da fragilidade da moeda local.

Além disso, o volume de venda da Brasil Kirin caiu 25% de 2012 em diante, e no ano de 2015 a empresa anunciou seu primeiro prejuízo líquido anual desde o ano de 1949, após enfrentar diversas dificuldades para reverter a queda de seus negócios no Brasil.

Analistas têm avaliado que esse acordo é de importância elevada, visto que torna a Heineken uma rival mais aproximada da AB Inbev, que detém cerca de 60% do mercado. No entanto, a empresa holandesa agora ultrapassou a participação da Petrópolias, dona das marcas Itaipava e Crystal.

É importante ainda destacar que até o trimestre que acabou em setembro, as vendas da AB Inbev apresentaram queda de 5,1%  em comparação com o mesmo período de 2015.

De acordo com um comunicado oficial, a Heineken disse que o ambiente macroeconômico brasileiro tem sido “desafiador nos últimos anos”. No entanto, acredita que no potencial a longo prazo do mercado de cervejas – fator que torna o investimento no setor atraente. “Além disso, o segmento premium de cervejas, que superou o crescimento médio do mercado de cerveja nos últimos anos, tem uma participação relativamente baixa em comparação com outros mercados, proporcionando uma oportunidade de crescimento futuro”, afirmou a nota.

O que você achou dessa notícia? Se tem amigos que se interessam pelos negócios realizados no mercado cervejeiro, mande para ele!

Sem dúvida, toda a tradição da Heineken tem sido responsável por todo esse crescimento no País. As marcas que fazem parte do grupo estão cada vez mais presentes nas reuniões cervejeiras dos brasileiros, e provavelmente você já deve ter provado alguma!

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Até a próxima!

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